MENTIROSOS: Secretário e governador inventam de tudo para não cumprir acordo com agentes penitenciários

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Nesta segunda-feira (18), o presidente da Federação Sindical Nacional de Servidores Penitenciários (Fenaspen), Fernando Ferreira de Anunciação, juntamente com o deputado Anderson Pereira (Pros), se reuniram com o governador do Estado de Rondônia Marcos Rocha, para tratar sobre o realinhamento salarial dos agentes penitenciários e agentes de segurança socioeducativos.

Conforme divulgado pela assessoria de comunicação do governo, o governador destacou que diante desse cenário, qualquer reajuste dado aos servidores pode travar a economia rondoniense, impactando negativamente, inclusive setores essenciais como saúde, educação e segurança pública. Afirmou também que, o momento não é de reajuste salarial e sim de buscar equilíbrio financeiro.

O governo colocou diversos empecilhos como desculpas para não cumprir o acordo judicial, falou das dívidas do Beron e Caerd, falta de recurso do Iperon, cortar a corrupção para sobrar dinheiro, enxugar a máquina pública e apoiar a economia. Teve a audácia de dizer que, se fosse concedido o realinhamento à categoria, teria um impacto negativamente na saúde, educação e segurança pública.

O governador só esquece de dizer dos grandes impactos que tem causado os cargos CDS de salários altíssimos, como também a intervenção militar que têm causado grandes prejuízos aos cofres público. Mas tudo isso na visão dele não causa impactos, o que causa impactos e pode levar o Governo do Estado a falência é somente o realinhamento dos agentes penitenciários e socioeducativos, que inclusive não é aumento salarial, mas uma simples incorporação no salário base.

O chefe da Casa Civil, Pedro Pimentel, teve a ousadia de falar inverdades dizendo que a categoria dos agentes penitenciários perderam uma grande oportunidade, pois tinham rejeitado em janeiro de 2019 uma proposta de 400 reais de aumento no vencimento dos servidores.

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Não falte com a verdade senhor secretário, não tente jogar a população contra a categoria, o governo do Estado ofereceu um pequeno aumento, dito “cala boca” de 200 reais, em contra partida retirava 600 reais da categoria, veja abaixo a ATA provando tudo, inclusive não foi assinada por nenhum representante do governo.